Social Media 2018 e o banco da praça

Você sabe quais são as tendências para engajar seu público nas mídias sociais?

Pois é, tem muito a ver com o bom e velho boca a boca… Mas, claro, com conteúdo qualificado, linguagem específica e formatação adequada para os “bancos das praças” virtuais.

Explico: isso, entre outras observações importantes, é o que aponta o 3º relatório anual do Hootsuite sobre as tendências das mídias sociais para 2018.

O documento compilou entrevistas com 308 profissionais de marketing social e 38 especialistas da indústria, dados globais sobre a evolução do ROI Social (Return On Investment, retorno sobre o investimento) da Altimeter e Hootsuite; e relatórios de analistas da Edelman, Gartner, GlobalWebIndex, L2, Forrester, Econsultancy, Kleiner Perkins, Deloitte e McKinsey & Company.

Para começar, a importância das mídias sociais para empresas e marcas continuará aumentando, mas mudanças relevantes entre 2016 e 2017 podem determinar o sucesso ou o fracasso do seu investimento para atrair, engajar, fidelizar e fazer negócios com seus clientes.

É claro que a realidade e os objetivos são específicos para cada negócio, contudo algumas tendências, já percebidas anteriormente, estão sendo confirmadas por pesquisas quantitativas e qualitativas e valem para todos.

Além da pesquisa do Hootsuite, estudei algumas outras e contrastei com a opinião de experts no assunto para apresentar o que vem a seguir… As tendências para a comunicação profissional nas redes sociais, na medida do possível.

O resumo da ópera (entre aquelas acessíveis com baixos investimentos) é:

1-   Vídeos para celulares –

46% dos entrevistados dizem que já estão produzindo vídeos e outros 26%, planejando implementar em 2018. Pode parecer óbvio, neh?

A novidade é que isso significa que o vídeo social está rapidamente conquistando uma vantagem algorítmica, especialmente se for em transmissão ao vivo.

Isso ocorre também porque o uso de dispositivos móveis, como celulares, segue crescendo no acesso às mídias sociais. Nestes devices, o consumo de vídeos é ainda mais preferencial pelos usuários.

Ou seja, seu vídeo tem muito mais chance de ser visualizado e curtido mas, para conseguir levar mais consumidores ao próximo passo, é preciso ir além disso.

2-   Outras fases do funil –

Quem investe e trabalha com mídias sociais percebeu que simplesmente ter visualizações ou curtidas – ainda mais quando são de robots ou público desqualificado – não vale nem como vaidade.

Chamar a atenção no topo do funil de vendas é importante, claro, mas é insuficiente para gerar negócios ou engajar pessoas, mesmo se o objetivo é puramente fixar uma marca ou um conceito.

É preciso material atrativo para levar as pessoas às próximas fases da jornada do cliente até a compra ou fidelização. A chave está no conteúdo (content marketing) e no caminho que o internauta (User Experience, UX) vai percorrer. E tem mais…

3-   Boca a boca

Quando digo boca a boca, me refiro àquela comunicação feita diretamente a um grupo de pessoas em que cada um pode ser atendido com atenção e, assim, transformar em confiança o interesse já despertado.

As chamadas fake news e o bombardeio de propaganda em todos os ambientes estão saturando cada vez mais as pessoas… Até os mega-influenciadores estão perdendo espaço.

Pela primeira vez, consumidores acreditam em colegas tanto quanto em especialistas e mais do que em CEO´s, políticos ou acadêmicos.

Por isso, cada vez mais gente dá atenção somente a quem confia. É muito provável que seu cliente seja esta pessoa.

Pois bem, quando as “praças” são as mídias sociais, isso significa sentar no banco e dialogar, humanamente, com seu novo parceiro.

É perfeitamente possível conseguir isso para sua marca, produto ou empresa. Você já ouviu falar de community marketing? Se quiser saber mais, me chame aqui no LinkedIn.

4-   Insights sociais

Falar com seus clientes, seguidores, consumidores e admiradores tem muitos benefícios, além da vaidade ou da venda de produtos. As conversas trazem insights, apontam tendências, melhoram serviços e produtos e criam fidelização.

Pessoas que foram conquistadas, te defenderão – muitas vezes como a si próprias, divulgarão sua marca e potencializarão a sustentabilidade de seu negócio. E como alcançar isso se não se fala com elas? Não é impossível mas é muuuuiiittto mais difícil. E por quê, não? Clientofobia?

Claro que tem muito mais no estudo do Hootsuite e em outros… Por isso, eu posso enviar o relatório original para o seu e-mail. É só me chamar por aqui.

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2 comentários

  1. De grande importância este artigo, todos aqueles que pensam em se comunicar de forma efetiva e de resultado precisam ter a ciência desses dados. Me envie o material, se possível! Parabéns pelo conteúdo!!

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